Desisto logo; esqueço!
Sempre acabo desistindo;
Pra quê continuar insistindo?
Se quando digo que vou conseguir sei que estou mentindo, então; desisto!
Resisto e mais uma vez tudo se repete,
Alguém esquece achando que um olhar merece e meu corpo padece.
Você falou,
Preferi não ouvir,
Você explicava por decisão eu não me concentrava,
Você passou, preferi o rosto virar pra você não olhar e muito menos com você falar pois, o teu falar, o teu olhar, pode reviver o que é melhor morrer, o que não posso ter.
Dividimos o mesmo espaço e ele era tão pequeno aos meus olhos; você, eu e algumas outras pessoas aos meus olhos: só você!
Nem mesmo eu estava lá.
Derrepente, num longo e largo corredor um a descer outro a subir um a querer e a mentir o outro apenas a subir
Eu a descer pra antes de ter; esquecer, você!
FILEMON SOUZA
Rosas,rosas são flores, flores com lindas pétalas; elas trazem consigo o perfume que as definem.As pétalas de cada uma daquelas flores estavam na palma da minha mão,mas,as influências do vento,do tempo e do espaço levaram todas, restando apenas uma:a mais bela e mais perfumada,você.
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domingo, 21 de novembro de 2010
O mundo padece
O mundo padece,
De tudo se esquece,
Como se nada soubesse e momento por momento tudo acontece sem que eu nada fizesse.
Faço uma prece, incluo até quem não merece,
Lembro de você,
Jamais esqueceria, ainda que quisesse;
Lembro porque está aqui e lembraria mesmo que não tivesse.
Às vezes quer me dominar o stress motivado pela escassez de recursos que faz ao meu redor criar muros e ficar no escuro,
Não posso lembrar,
Você se esquece,
Meu corpo padece,
Nenhum merece
Mais tudo acontece.
Paguei o preço,
Agora esqueço,
Sei que não mereço,
O lado está avesso,
Você esquece como se nada soubesse,
O mundo padece.
Filemon Souza
De tudo se esquece,
Como se nada soubesse e momento por momento tudo acontece sem que eu nada fizesse.
Faço uma prece, incluo até quem não merece,
Lembro de você,
Jamais esqueceria, ainda que quisesse;
Lembro porque está aqui e lembraria mesmo que não tivesse.
Às vezes quer me dominar o stress motivado pela escassez de recursos que faz ao meu redor criar muros e ficar no escuro,
Não posso lembrar,
Você se esquece,
Meu corpo padece,
Nenhum merece
Mais tudo acontece.
Paguei o preço,
Agora esqueço,
Sei que não mereço,
O lado está avesso,
Você esquece como se nada soubesse,
O mundo padece.
Filemon Souza
BELEZA
A beleza nunca está onde procuramos,
Ela não está nas flores,
Não está no perfume das flores nem mesmo nas suas pétalas.
Encontramos a beleza onde não procuramos,
Onde vamos sem saber onde estamos indo.
A beleza sempre estará no lugar inesperado,
Na pessoa inesperada, no momento inesperado.
A beleza não é o que enxergamos,
É o que encontramos quando não buscamos e esperamos.
FILEMON SOUZA
Ela não está nas flores,
Não está no perfume das flores nem mesmo nas suas pétalas.
Encontramos a beleza onde não procuramos,
Onde vamos sem saber onde estamos indo.
A beleza sempre estará no lugar inesperado,
Na pessoa inesperada, no momento inesperado.
A beleza não é o que enxergamos,
É o que encontramos quando não buscamos e esperamos.
FILEMON SOUZA
domingo, 18 de julho de 2010
O tempo...
O tempo que tanto era almejado, desejado, buscado, idealizado, chegou; chegou e mudou, coisas que a distância atravancou, que o orgulho não deixou, que a realidade atrapalhou.
Esse tempo foi um bom bucado despejado num forte abraço apertado, que tirou todo cansaço de um tempo de embaraço, por um instante, o fim de um sofrimento que causava angústia e tormento, fazendo tudo ser dúvida e lamento e, apenas naquele momento com um abraço apertado, um verso acanhado e suspiro gelado, muita coisa mudou, meu coração se encontrou o tempo parou e a vida continuou, me fazendo lembrar que o orgulho devo deixar porque o importante é amar.
Aquilo pra mim era tudo que nem pensei em beijar, e na hora que eu fui tentar ela também num quis deixar com isso não me incomodei porque o que eu queria dar eu dei, o meu cheiro no seu corpo eu deixei e quando ela deixou eu amei,ainda continuarei a amar isso se ela deixar pois até agora nem o tempo pôde apagar.
O tempo que tanto era almejado, desejado, buscado, idealizado, chegou; chegou e mudou, coisas que a distância atravancou, que o orgulho não deixou, que a realidade atrapalhou.
Esse tempo foi um bom bucado despejado num forte abraço apertado, que tirou todo cansaço de um tempo de embaraço, por um instante, o fim de um sofrimento que causava angústia e tormento, fazendo tudo ser dúvida e lamento e, apenas naquele momento com um abraço apertado, um verso acanhado e suspiro gelado, muita coisa mudou, meu coração se encontrou o tempo parou e a vida continuou, me fazendo lembrar que o orgulho devo deixar porque o importante é amar.
Aquilo pra mim era tudo que nem pensei em beijar, e na hora que eu fui tentar ela também num quis deixar com isso não me incomodei porque o que eu queria dar eu dei, o meu cheiro no seu corpo eu deixei e quando ela deixou eu amei,ainda continuarei a amar isso se ela deixar pois até agora nem o tempo pôde apagar.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
PÉTALA PEQUENA
Pétala minha pequena,
Pétala, pétala que brilha, clareia, ilumina.
Pequena pétala não minha pétala, que fala,ouve, sente;
Fala o que eu não falo, sente o que eu não sinto e, tudo ouve enquanto nada ouço.
Pétala humana, seja mais humana, não olhe apenas quem clama, mas, clame também!
Não houve quem te implora, mas, implore também!
Pétala pequena, minha, não minha, quem terá essa pétala, tão mais pétala que outras pétalas?
Quem a terá? Quem a tiver, possuirá o que de mais precioso há entre as pétalas humanas.
Pétala que quando chove não se molha, transforma cada gota em orvalho
Pétala que quando sofre não chora, transforma o sofrimento em outro sentimento e faz conscentimento.
Pétala minha pequena, pétala que brilha, pétala que clareia, pétala que ilumina,
Pétala que fala, pétala que ouve, pétala que sente, pétala humana!
Pétala que quando chove não se molha,
Pétala que quando sofre não chora,
Estou aqui, permaneço aqui!
Seu jardim sou eu,
seu lugar é o meu,
teu coração é o meu!
Pétala, pétala que brilha, clareia, ilumina.
Pequena pétala não minha pétala, que fala,ouve, sente;
Fala o que eu não falo, sente o que eu não sinto e, tudo ouve enquanto nada ouço.
Pétala humana, seja mais humana, não olhe apenas quem clama, mas, clame também!
Não houve quem te implora, mas, implore também!
Pétala pequena, minha, não minha, quem terá essa pétala, tão mais pétala que outras pétalas?
Quem a terá? Quem a tiver, possuirá o que de mais precioso há entre as pétalas humanas.
Pétala que quando chove não se molha, transforma cada gota em orvalho
Pétala que quando sofre não chora, transforma o sofrimento em outro sentimento e faz conscentimento.
Pétala minha pequena, pétala que brilha, pétala que clareia, pétala que ilumina,
Pétala que fala, pétala que ouve, pétala que sente, pétala humana!
Pétala que quando chove não se molha,
Pétala que quando sofre não chora,
Estou aqui, permaneço aqui!
Seu jardim sou eu,
seu lugar é o meu,
teu coração é o meu!
terça-feira, 8 de junho de 2010
POLÍTICA EXUENSE: O PASSADO PERMANECE NO PRESENTE.
Francisco Filemon Souza Lopes
Queremos neste artigo fazer uma reflexão sobre a política Exuense na qual podemos perceber claramente indícios do corolnelismo e das oligarquias. Para compreender de forma mais clara o que realmente perpassa no cenário político da cidade lembremos inicialmente o que foi o Coronelismo no Brasil. O coronelismo em nosso país foi símbolo de autoritarismo e impunidade. Suas práticas remontam do Caudilhismo e do Caciquismo que provêm dos tempos da colonização do Brasil. Ganhou força na época do Primeiro Reinado, entre 1822 e 1831,chegando ao final do século XIX tomando conta da cena política brasileira. Se caracterizou por um conjunto de ações políticas de latifundiários (chamados de coronéis) em caráter local, regional ou federal, onde se aplica o domínio econômico e social para a manipulação eleitoral em causa própria ou de particulares. Foi um fenômeno social e político típico da República Velha(1822 e 1831), caracterizado pelo prestígio de um chefe político e por seu poder de mando.Tendo resgatado o significado do coronelismo no Brasil, lembraremos o período das oligarquias ao qual a realidade política exuense também se enquadra. De acordo com seu significado Oligarquia (do grego ολιγαρχία, de oligoi, poucos, e arche, governo) significa, literalmente, governo de poucos. No entanto, como aristocracia significa, também, governo de poucos - porém, os melhores -, tem-se, por oligarquia, o governo de poucos em benefício próprio, com amparo na riqueza pecuniária.De forma mais clara podemos dizer que as oligarquias são grupos sociais formados por aqueles que detêm o domínio da cultura, da política e da economia de um local, e que exercem esse domínio no atendimento de seus próprios interesses e em detrimento das necessidades das massas populares; .Oligarquias são grupos fechados e pequenos que detêm o controle do poder, geralmente formadas por grande familias de grandes proprietários. Talvez, seja impossível encontrar forma mais clara de definir a política no município de Exu é algo plenamente visível a permanencia do coronelismo e das oligarquias e, o que é necessário para mudar essa realidade e com isso vir o desenvolvimento social, econômico e cultura e necessário o despertar de uma “consciência democrática” a mesma que surgiu na resistência à ditadura e assim, introduzir um elemento novo na vida política exuense, o mesmo deve emergir de setores urbanos minoritários para a grande massa, enraizando-se nos movimentos de trabalhadores da cidade e do campo, estudantes, moradores, intelectuais e artistas, ação da Igreja, órgãos de imprensa e outras áreas de uma sociedade civil que se organiza. Criando,assim, um vinculo em grande parte inédito entre direitos politicos e direitos econômico-sociais, um patamar novo de cidadania, mais abrangente e exigente. Sua expressão mais visível é a Campanha das Diretas já em 1984. Depois dela, a ditadura negocia apenas as condições e prazos do seu desaparecimento. Ocorre então a partir daí a democratização de 1985 que trouxe liberdade de escolha e existencia dos direitos legais e legítimos ao povo brasileiro. É com base na luta da sociedade civil brasileira pela democracia durante os anos de 1984 e 1985 que o povo exuense deve se mobilizar e tentar mudar a realidade e, alcançar dias melhores.
POLÍTICA EXUENSE: O PASSADO PERMANECE NO PRESENTE.
Francisco Filemon Souza Lopes
Queremos neste artigo fazer uma reflexão sobre a política Exuense na qual podemos perceber claramente indícios do corolnelismo e das oligarquias. Para compreender de forma mais clara o que realmente perpassa no cenário político da cidade lembremos inicialmente o que foi o Coronelismo no Brasil. O coronelismo em nosso país foi símbolo de autoritarismo e impunidade. Suas práticas remontam do Caudilhismo e do Caciquismo que provêm dos tempos da colonização do Brasil. Ganhou força na época do Primeiro Reinado, entre 1822 e 1831,chegando ao final do século XIX tomando conta da cena política brasileira. Se caracterizou por um conjunto de ações políticas de latifundiários (chamados de coronéis) em caráter local, regional ou federal, onde se aplica o domínio econômico e social para a manipulação eleitoral em causa própria ou de particulares. Foi um fenômeno social e político típico da República Velha(1822 e 1831), caracterizado pelo prestígio de um chefe político e por seu poder de mando.Tendo resgatado o significado do coronelismo no Brasil, lembraremos o período das oligarquias ao qual a realidade política exuense também se enquadra. De acordo com seu significado Oligarquia (do grego ολιγαρχία, de oligoi, poucos, e arche, governo) significa, literalmente, governo de poucos. No entanto, como aristocracia significa, também, governo de poucos - porém, os melhores -, tem-se, por oligarquia, o governo de poucos em benefício próprio, com amparo na riqueza pecuniária.De forma mais clara podemos dizer que as oligarquias são grupos sociais formados por aqueles que detêm o domínio da cultura, da política e da economia de um local, e que exercem esse domínio no atendimento de seus próprios interesses e em detrimento das necessidades das massas populares; .Oligarquias são grupos fechados e pequenos que detêm o controle do poder, geralmente formadas por grande familias de grandes proprietários. Talvez, seja impossível encontrar forma mais clara de definir a política no município de Exu é algo plenamente visível a permanencia do coronelismo e das oligarquias e, o que é necessário para mudar essa realidade e com isso vir o desenvolvimento social, econômico e cultura e necessário o despertar de uma “consciência democrática” a mesma que surgiu na resistência à ditadura e assim, introduzir um elemento novo na vida política exuense, o mesmo deve emergir de setores urbanos minoritários para a grande massa, enraizando-se nos movimentos de trabalhadores da cidade e do campo, estudantes, moradores, intelectuais e artistas, ação da Igreja, órgãos de imprensa e outras áreas de uma sociedade civil que se organiza. Criando,assim, um vinculo em grande parte inédito entre direitos politicos e direitos econômico-sociais, um patamar novo de cidadania, mais abrangente e exigente. Sua expressão mais visível é a Campanha das Diretas já em 1984. Depois dela, a ditadura negocia apenas as condições e prazos do seu desaparecimento. Ocorre então a partir daí a democratização de 1985 que trouxe liberdade de escolha e existencia dos direitos legais e legítimos ao povo brasileiro. É com base na luta da sociedade civil brasileira pela democracia durante os anos de 1984 e 1985 que o povo exuense deve se mobilizar e tentar mudar a realidade e, alcançar dias melhores.
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