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domingo, 18 de julho de 2010

O tempo...

O tempo que tanto era almejado, desejado, buscado, idealizado, chegou; chegou e mudou, coisas que a distância atravancou, que o orgulho não deixou, que a realidade atrapalhou.

Esse tempo foi um bom bucado despejado num forte abraço apertado, que tirou todo cansaço de um tempo de embaraço, por um instante, o fim de um sofrimento que causava angústia e tormento, fazendo tudo ser dúvida e lamento e, apenas naquele momento com um abraço apertado, um verso acanhado e suspiro gelado, muita coisa mudou, meu coração se encontrou o tempo parou e a vida continuou, me fazendo lembrar que o orgulho devo deixar porque o importante é amar.

Aquilo pra mim era tudo que nem pensei em beijar, e na hora que eu fui tentar ela também num quis deixar com isso não me incomodei porque o que eu queria dar eu dei, o meu cheiro no seu corpo eu deixei e quando ela deixou eu amei,ainda continuarei a amar isso se ela deixar pois até agora nem o tempo pôde apagar.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

PÉTALA PEQUENA

Pétala minha pequena,
Pétala, pétala que brilha, clareia, ilumina.
Pequena pétala não minha pétala, que fala,ouve, sente;
Fala o que eu não falo, sente o que eu não sinto e, tudo ouve enquanto nada ouço.
Pétala humana, seja mais humana, não olhe apenas quem clama, mas, clame também!
Não houve quem te implora, mas, implore também!
Pétala pequena, minha, não minha, quem terá essa pétala, tão mais pétala que outras pétalas?
Quem a terá? Quem a tiver, possuirá o que de mais precioso há entre as pétalas humanas.
Pétala que quando chove não se molha, transforma cada gota em orvalho
Pétala que quando sofre não chora, transforma o sofrimento em outro sentimento e faz conscentimento.
Pétala minha pequena, pétala que brilha, pétala que clareia, pétala que ilumina,
Pétala que fala, pétala que ouve, pétala que sente, pétala humana!
Pétala que quando chove não se molha,
Pétala que quando sofre não chora,
Estou aqui, permaneço aqui!
Seu jardim sou eu,
seu lugar é o meu,
teu coração é o meu!

terça-feira, 8 de junho de 2010

POLÍTICA EXUENSE: O PASSADO PERMANECE NO PRESENTE.

Francisco Filemon Souza Lopes

Queremos neste artigo fazer uma reflexão sobre a política Exuense na qual podemos perceber claramente indícios do corolnelismo e das oligarquias. Para compreender de forma mais clara o que realmente perpassa no cenário político da cidade lembremos inicialmente o que foi o Coronelismo no Brasil. O coronelismo em nosso país foi símbolo de autoritarismo e impunidade. Suas práticas remontam do Caudilhismo e do Caciquismo que provêm dos tempos da colonização do Brasil. Ganhou força na época do Primeiro Reinado, entre 1822 e 1831,chegando ao final do século XIX tomando conta da cena política brasileira. Se caracterizou por um conjunto de ações políticas de latifundiários (chamados de coronéis) em caráter local, regional ou federal, onde se aplica o domínio econômico e social para a manipulação eleitoral em causa própria ou de particulares. Foi um fenômeno social e político típico da República Velha(1822 e 1831), caracterizado pelo prestígio de um chefe político e por seu poder de mando.Tendo resgatado o significado do coronelismo no Brasil, lembraremos o período das oligarquias ao qual a realidade política exuense também se enquadra. De acordo com seu significado Oligarquia (do grego ολιγαρχία, de oligoi, poucos, e arche, governo) significa, literalmente, governo de poucos. No entanto, como aristocracia significa, também, governo de poucos - porém, os melhores -, tem-se, por oligarquia, o governo de poucos em benefício próprio, com amparo na riqueza pecuniária.De forma mais clara podemos dizer que as oligarquias são grupos sociais formados por aqueles que detêm o domínio da cultura, da política e da economia de um local, e que exercem esse domínio no atendimento de seus próprios interesses e em detrimento das necessidades das massas populares; .Oligarquias são grupos fechados e pequenos que detêm o controle do poder, geralmente formadas por grande familias de grandes proprietários. Talvez, seja impossível encontrar forma mais clara de definir a política no município de Exu é algo plenamente visível a permanencia do coronelismo e das oligarquias e, o que é necessário para mudar essa realidade e com isso vir o desenvolvimento social, econômico e cultura e necessário o despertar de uma “consciência democrática” a mesma que surgiu na resistência à ditadura e assim, introduzir um elemento novo na vida política exuense, o mesmo deve emergir de setores urbanos minoritários para a grande massa, enraizando-se nos movimentos de trabalhadores da cidade e do campo, estudantes, moradores, intelectuais e artistas, ação da Igreja, órgãos de imprensa e outras áreas de uma sociedade civil que se organiza. Criando,assim, um vinculo em grande parte inédito entre direitos politicos e direitos econômico-sociais, um patamar novo de cidadania, mais abrangente e exigente. Sua expressão mais visível é a Campanha das Diretas já em 1984. Depois dela, a ditadura negocia apenas as condições e prazos do seu desaparecimento. Ocorre então a partir daí a democratização de 1985 que trouxe liberdade de escolha e existencia dos direitos legais e legítimos ao povo brasileiro. É com base na luta da sociedade civil brasileira pela democracia durante os anos de 1984 e 1985 que o povo exuense deve se mobilizar e tentar mudar a realidade e, alcançar dias melhores.

POLÍTICA EXUENSE: O PASSADO PERMANECE NO PRESENTE.

Francisco Filemon Souza Lopes

Queremos neste artigo fazer uma reflexão sobre a política Exuense na qual podemos perceber claramente indícios do corolnelismo e das oligarquias. Para compreender de forma mais clara o que realmente perpassa no cenário político da cidade lembremos inicialmente o que foi o Coronelismo no Brasil. O coronelismo em nosso país foi símbolo de autoritarismo e impunidade. Suas práticas remontam do Caudilhismo e do Caciquismo que provêm dos tempos da colonização do Brasil. Ganhou força na época do Primeiro Reinado, entre 1822 e 1831,chegando ao final do século XIX tomando conta da cena política brasileira. Se caracterizou por um conjunto de ações políticas de latifundiários (chamados de coronéis) em caráter local, regional ou federal, onde se aplica o domínio econômico e social para a manipulação eleitoral em causa própria ou de particulares. Foi um fenômeno social e político típico da República Velha(1822 e 1831), caracterizado pelo prestígio de um chefe político e por seu poder de mando.Tendo resgatado o significado do coronelismo no Brasil, lembraremos o período das oligarquias ao qual a realidade política exuense também se enquadra. De acordo com seu significado Oligarquia (do grego ολιγαρχία, de oligoi, poucos, e arche, governo) significa, literalmente, governo de poucos. No entanto, como aristocracia significa, também, governo de poucos - porém, os melhores -, tem-se, por oligarquia, o governo de poucos em benefício próprio, com amparo na riqueza pecuniária.De forma mais clara podemos dizer que as oligarquias são grupos sociais formados por aqueles que detêm o domínio da cultura, da política e da economia de um local, e que exercem esse domínio no atendimento de seus próprios interesses e em detrimento das necessidades das massas populares; .Oligarquias são grupos fechados e pequenos que detêm o controle do poder, geralmente formadas por grande familias de grandes proprietários. Talvez, seja impossível encontrar forma mais clara de definir a política no município de Exu é algo plenamente visível a permanencia do coronelismo e das oligarquias e, o que é necessário para mudar essa realidade e com isso vir o desenvolvimento social, econômico e cultura e necessário o despertar de uma “consciência democrática” a mesma que surgiu na resistência à ditadura e assim, introduzir um elemento novo na vida política exuense, o mesmo deve emergir de setores urbanos minoritários para a grande massa, enraizando-se nos movimentos de trabalhadores da cidade e do campo, estudantes, moradores, intelectuais e artistas, ação da Igreja, órgãos de imprensa e outras áreas de uma sociedade civil que se organiza. Criando,assim, um vinculo em grande parte inédito entre direitos politicos e direitos econômico-sociais, um patamar novo de cidadania, mais abrangente e exigente. Sua expressão mais visível é a Campanha das Diretas já em 1984. Depois dela, a ditadura negocia apenas as condições e prazos do seu desaparecimento. Ocorre então a partir daí a democratização de 1985 que trouxe liberdade de escolha e existencia dos direitos legais e legítimos ao povo brasileiro. É com base na luta da sociedade civil brasileira pela democracia durante os anos de 1984 e 1985 que o povo exuense deve se mobilizar e tentar mudar a realidade e, alcançar dias melhores.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

MORENA, MENINA

MENINA BONITA, BONITA MENINA
MENINA BELA, BELA MENINA
MENINA...
NÃO APENAS UMA MENINA


MENINA, MARINA MENINA
MENINA MORENA, MORENA MENINA
MARINA MORENA MENINA
NÃO APENAS UMA MENINA


UMA MENINA...
UMA MENINA MEIGA, MEIGA MENINA
MENINA SINGELA, SINGELA MENINA
UMA MENINA ELA, ELA MENINA




MAS...

CADÊ AQUELE AMOR?
AONDE ESTÁ?,PARA ONDE FOI?
FOI, NÃO FOI, SERÁ QUE ESTÁ?
ONDE ESTÁ?
ESTÁ NELA?
ESTÁ NA MENINA?
ESTÁ LÁ...
NA MARINA , MORENA MENINA.

NÃO O BASTANTE

O NOSSO DEPOIS NÃO FOI O DEPOIS QUE CRIEI
POIS; O DEPOIS QUE CRIEI ME PROTEGIA DE FRUSTAÇÕES
E, FOI NESSE DEPOIS QUE ESTANDO LÁ NÓS ME APROXIMEI DE VOCÊ
APROXIMEI-ME DE VOCÊ DO SEU SORRISO, DA SUA VOZ
MAS NÃO ERA O BASTANTE.

O BASTANTE, O BASTANTE PARA MIM SERIA TE TOCAR,CERRAR O TEU SORRISO E CALAR A TUA VOZ AO BEIJAR-TE, ISSO POR UM INSTANTE SERIA O BASTANTE,PORQUE BEIJAR-TE NOVAMENTE SERIA O MEU DESEJONO PRÓXIMO UNSTANTE

MAS...
ACHEI QUE NÃO PODIA
QUE ACHAVAMOS QUE NÃO PODIAMOS
EU ACHAVA ISSO
NÓS ACHAVAMOS ISSO
OU APENAS EU, TALVEZ ISSO FOI INTRIGANTE TALVEZ DESGASTANTE E COM CERTEZA NÃO FOI O BASTANTE

PENSANDO, QUESTIONANDO
AQUELE DIA, AQUELE MOMENTO
OLHANDO O MAR, AQUELE MAR QUE NOS MOSTRA QUE EM CADA UMA DE NOSSAS IDAS NESTA VIDA DEIXAMOS ALGO Á MARGEM, ASSIM COMO, TRAZEMOS PARA DENTRO DE NÓS O QUE A MARGEM ESTÁ
QUERO VOCÊ A TODO INSTANTE POR ISSO,
AINDA NÃO É O BASTANTE COMO NÃO FOI O BASTANTE

E... DEPOIS O MEDO.

DEPOIS DE UM MÁGICO, ENVOLVENTE E, CATIVANTE MOMENTO AO TEU LADO,
EM UMA NOITE, EM QUE NENHUMA ESTRELA NO CÉU TEVE PARA MIM UM BRILHO TÃO ATRAENTE E CATIVANTE COMO O TEU.
NAQUELA NOITE, DEUS ME PERMITIU CONHECER UMA ESTRELA SIMPLES, LINDA ATRAENTE, E ENVOLVENTE;
VOCÊ!

DEPOIS DAQUELA NOITE, NOITE QUE FOI CAPAZ DE MUDAR O RUMO DAS COISAS;
VOCÊ...
VOCÊ ERA O MEU MEDO
MEDO...
MEDO DE TE ENCONTRAR;
DE CRUZAR COM TEU OLHAR O MEU OLHAR;
MEDO, MEDO DESSE DEPOIS.

ENTÃO, DERREPENTE TE VEJO, NAQUELA MANHÃ, APÓS AQUELA NOITE MÁGICA, CATIVANTE E ENVOLVENTE.
VOCÊ FOI VOCÊ FOI NAQUELA MANHÃ;
NAQUELE MOMENTO;
UM RAIO DO SOL QUE ME DESPERTOU PARA VIVER AQUELE DIA.


E EU, E EU QUE ESTAVA COM MEDO,
MEDO DE TE VER, NÃO ME APROXIMEI E,
DERREPENTE, DERREPENTE VOCÊ VEM SE APROXIMA E SENTA,
VOCÊ ESTAVA ALI BEM NA MINHA FRENTE E;
NOVAMENTE ME SURPREENDE.

BEIJAR-TE, BEIJAR-TE ERA O MEU DESEJO,PORÉM, O MEDO NÃO DEIXAVA
POIS O MEDO ERA O DEPOIS O DEPOIS ERA MANHÃ E;
O MEU DEPOIS NÃO ERA ESSE DEPOIS, PARA NÃO CRIAR EXPECTATIVA,POR ISSO; AQUELA SIMPLES ATITUDE PARA MIM SIGNIFICOU MUITO,FOI MUITO,MAS, NÃO FOI O BASTANTE APENAS POR UM INSTANTE E ESPEREI O DEPOIS ….
MAS NÃO FOI O BASTANTE...