Na delicadeza deencontum olhar
na singeleza de um sorriso
num rosto angelical
um pouco fora do normal
num momento natural;
encontrei você
fui sentimental
fui normal
fui natural
não foi nada mal;
encontrar vocề
um sorriso fatal
um olhar mortal
um beijo transcendental
um momento especial;
quando estou com você
você pra ser
vocẽ pra querer
você pra ter
pra viver:
só eu e você
Rosas,rosas são flores, flores com lindas pétalas; elas trazem consigo o perfume que as definem.As pétalas de cada uma daquelas flores estavam na palma da minha mão,mas,as influências do vento,do tempo e do espaço levaram todas, restando apenas uma:a mais bela e mais perfumada,você.
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segunda-feira, 20 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
UNIVERSIDADE E DEMOCRACIA
A democracia nasce, no momento em que a crença em um Deus deixa de ser necessária juntamente com suas leis e doutrinas onde estas deixam de ser base para as lideranças políticas, para os formadores de opnião, dando início à práticas inescrupulosas no sei da política. O que nos leva a pensar: realmente a democracia é o governo pelo povo, para o povo e do povo? Ou, que povo é esse meu irmão?
Cada partido possui um projeto de democracia em que um é acatado de acordo com as necessidades de uma sociedade o que torna coerente o adágio popular que diz: “o povo tem o governo que merece”! Porém, um problema na utilização da democracia é a incapacidade de observar o projeto mais viável, e melhor para a comunidade na hora de escolher o projeto democrático.
As escolhas são feitas muitas vezes ou pela imagem (beleza) do candidato ou por interesses particulares, (cargos, gratificações,etc.) Fatos esses que tornam a democracia impossível substituindo-a pelo beneficiocratismo e quem ganha não é o melhor projeto, mas sim, o melhor partilhador de cargos e bônus. Ao refletir sobre processos democráticos, somos transportados a refletir sobre a escolha para reitor nas Universidades, em como poderiam ser diferentes, uma vez que esta assume um papel importante na formação política dos indivíduos, fazendo-nos pensar sobre de que maneira se dá o processo de desenvolvimento político na Universidade e como ocorre a participação dos professores no bojo de suas experiências universitárias e quais mecanismos e influências que determinam sua socialização política.
Na verdade, a escolha em um processo democrático dentro da universidade deveria ser indissociável do tripé Ensino, Pesquisa, Extensão; pautados na ideia de que a transmissão de conhecimento se dá com sua elaboração IN LOCO, e com a produção científica orientada para o aproveitamento dos recursos nacionais e estudo da realidade social uma vez que esta deve ser parte fundamental para da estratégia de desenvolvimento da sociedade. Para exercer de forma adequada o seu papel a universidade deve possuir autonomia e independência, frente a grupos exógenos de políticos , aos centros decisórios de políticas concretas que venham afetar o seu funcionamento.
Francisco Filemon Souza Lopes
Cientista social
Prof° da Rede Estadual de Ensino
Cada partido possui um projeto de democracia em que um é acatado de acordo com as necessidades de uma sociedade o que torna coerente o adágio popular que diz: “o povo tem o governo que merece”! Porém, um problema na utilização da democracia é a incapacidade de observar o projeto mais viável, e melhor para a comunidade na hora de escolher o projeto democrático.
As escolhas são feitas muitas vezes ou pela imagem (beleza) do candidato ou por interesses particulares, (cargos, gratificações,etc.) Fatos esses que tornam a democracia impossível substituindo-a pelo beneficiocratismo e quem ganha não é o melhor projeto, mas sim, o melhor partilhador de cargos e bônus. Ao refletir sobre processos democráticos, somos transportados a refletir sobre a escolha para reitor nas Universidades, em como poderiam ser diferentes, uma vez que esta assume um papel importante na formação política dos indivíduos, fazendo-nos pensar sobre de que maneira se dá o processo de desenvolvimento político na Universidade e como ocorre a participação dos professores no bojo de suas experiências universitárias e quais mecanismos e influências que determinam sua socialização política.
Na verdade, a escolha em um processo democrático dentro da universidade deveria ser indissociável do tripé Ensino, Pesquisa, Extensão; pautados na ideia de que a transmissão de conhecimento se dá com sua elaboração IN LOCO, e com a produção científica orientada para o aproveitamento dos recursos nacionais e estudo da realidade social uma vez que esta deve ser parte fundamental para da estratégia de desenvolvimento da sociedade. Para exercer de forma adequada o seu papel a universidade deve possuir autonomia e independência, frente a grupos exógenos de políticos , aos centros decisórios de políticas concretas que venham afetar o seu funcionamento.
Francisco Filemon Souza Lopes
Cientista social
Prof° da Rede Estadual de Ensino
UNIVERSIDADE E DEMOCRACIA
A democracia nasce, no momento em que a crença em um Deus deixa de ser necessária juntamente com suas leis e doutrinas onde estas deixam de ser base para as lideranças políticas, para os formadores de opnião, dando início à práticas inescrupulosas no sei da política. O que nos leva a pensar: realmente a democracia é o governo pelo povo, para o povo e do povo? Ou, que povo é esse meu irmão?
Cada partido possui um projeto de democracia em que um é acatado de acordo com as necessidades de uma sociedade o que torna coerente o adágio popular que diz: “o povo tem o governo que merece”! Porém, um problema na utilização da democracia é a incapacidade de observar o projeto mais viável, e melhor para a comunidade na hora de escolher o projeto democrático.
As escolhas são feitas muitas vezes ou pela imagem (beleza) do candidato ou por interesses particulares, (cargos, gratificações,etc.) Fatos esses que tornam a democracia impossível substituindo-a pelo beneficiocratismo e quem ganha não é o melhor projeto, mas sim, o melhor partilhador de cargos e bônus. Ao refletir sobre processos democráticos, somos transportados a refletir sobre a escolha para reitor nas Universidades, em como poderiam ser diferentes, uma vez que esta assume um papel importante na formação política dos indivíduos, fazendo-nos pensar sobre de que maneira se dá o processo de desenvolvimento político na Universidade e como ocorre a participação dos professores no bojo de suas experiências universitárias e quais mecanismos e influências que determinam sua socialização política.
Na verdade, a escolha em um processo democrático dentro da universidade deveria ser indissociável do tripé Ensino, Pesquisa, Extensão; pautados na ideia de que a transmissão de conhecimento se dá com sua elaboração IN LOCO, e com a produção científica orientada para o aproveitamento dos recursos nacionais e estudo da realidade social uma vez que esta deve ser parte fundamental para da estratégia de desenvolvimento da sociedade. Para exercer de forma adequada o seu papel a universidade deve possuir autonomia e independência, frente a grupos exógenos de políticos , aos centros decisórios de políticas concretas que venham afetar o seu funcionamento.
Francisco Filemon Souza Lopes
Cientista social
Prof° da Rede Estadual de Ensino
Cada partido possui um projeto de democracia em que um é acatado de acordo com as necessidades de uma sociedade o que torna coerente o adágio popular que diz: “o povo tem o governo que merece”! Porém, um problema na utilização da democracia é a incapacidade de observar o projeto mais viável, e melhor para a comunidade na hora de escolher o projeto democrático.
As escolhas são feitas muitas vezes ou pela imagem (beleza) do candidato ou por interesses particulares, (cargos, gratificações,etc.) Fatos esses que tornam a democracia impossível substituindo-a pelo beneficiocratismo e quem ganha não é o melhor projeto, mas sim, o melhor partilhador de cargos e bônus. Ao refletir sobre processos democráticos, somos transportados a refletir sobre a escolha para reitor nas Universidades, em como poderiam ser diferentes, uma vez que esta assume um papel importante na formação política dos indivíduos, fazendo-nos pensar sobre de que maneira se dá o processo de desenvolvimento político na Universidade e como ocorre a participação dos professores no bojo de suas experiências universitárias e quais mecanismos e influências que determinam sua socialização política.
Na verdade, a escolha em um processo democrático dentro da universidade deveria ser indissociável do tripé Ensino, Pesquisa, Extensão; pautados na ideia de que a transmissão de conhecimento se dá com sua elaboração IN LOCO, e com a produção científica orientada para o aproveitamento dos recursos nacionais e estudo da realidade social uma vez que esta deve ser parte fundamental para da estratégia de desenvolvimento da sociedade. Para exercer de forma adequada o seu papel a universidade deve possuir autonomia e independência, frente a grupos exógenos de políticos , aos centros decisórios de políticas concretas que venham afetar o seu funcionamento.
Francisco Filemon Souza Lopes
Cientista social
Prof° da Rede Estadual de Ensino
UNIVERSIDADE E DEMOCRACIA
A democracia nasce, no momento em que a crença em um Deus deixa de ser necessária juntamente com suas leis e doutrinas onde estas deixam de ser base para as lideranças políticas, para os formadores de opnião, dando início à práticas inescrupulosas no sei da política. O que nos leva a pensar: realmente a democracia é o governo pelo povo, para o povo e do povo? Ou, que povo é esse meu irmão?
Cada partido possui um projeto de democracia em que um é acatado de acordo com as necessidades de uma sociedade o que torna coerente o adágio popular que diz: “o povo tem o governo que merece”! Porém, um problema na utilização da democracia é a incapacidade de observar o projeto mais viável, e melhor para a comunidade na hora de escolher o projeto democrático.
As escolhas são feitas muitas vezes ou pela imagem (beleza) do candidato ou por interesses particulares, (cargos, gratificações,etc.) Fatos esses que tornam a democracia impossível substituindo-a pelo beneficiocratismo e quem ganha não é o melhor projeto, mas sim, o melhor partilhador de cargos e bônus. Ao refletir sobre processos democráticos, somos transportados a refletir sobre a escolha para reitor nas Universidades, em como poderiam ser diferentes, uma vez que esta assume um papel importante na formação política dos indivíduos, fazendo-nos pensar sobre de que maneira se dá o processo de desenvolvimento político na Universidade e como ocorre a participação dos professores no bojo de suas experiências universitárias e quais mecanismos e influências que determinam sua socialização política.
Na verdade, a escolha em um processo democrático dentro da universidade deveria ser indissociável do tripé Ensino, Pesquisa, Extensão; pautados na ideia de que a transmissão de conhecimento se dá com sua elaboração IN LOCO, e com a produção científica orientada para o aproveitamento dos recursos nacionais e estudo da realidade social uma vez que esta deve ser parte fundamental para da estratégia de desenvolvimento da sociedade. Para exercer de forma adequada o seu papel a universidade deve possuir autonomia e independência, frente a grupos exógenos de políticos , aos centros decisórios de políticas concretas que venham afetar o seu funcionamento.
Francisco Filemon Souza Lopes
Cientista social
Prof° da Rede Estadual de Ensino
Cada partido possui um projeto de democracia em que um é acatado de acordo com as necessidades de uma sociedade o que torna coerente o adágio popular que diz: “o povo tem o governo que merece”! Porém, um problema na utilização da democracia é a incapacidade de observar o projeto mais viável, e melhor para a comunidade na hora de escolher o projeto democrático.
As escolhas são feitas muitas vezes ou pela imagem (beleza) do candidato ou por interesses particulares, (cargos, gratificações,etc.) Fatos esses que tornam a democracia impossível substituindo-a pelo beneficiocratismo e quem ganha não é o melhor projeto, mas sim, o melhor partilhador de cargos e bônus. Ao refletir sobre processos democráticos, somos transportados a refletir sobre a escolha para reitor nas Universidades, em como poderiam ser diferentes, uma vez que esta assume um papel importante na formação política dos indivíduos, fazendo-nos pensar sobre de que maneira se dá o processo de desenvolvimento político na Universidade e como ocorre a participação dos professores no bojo de suas experiências universitárias e quais mecanismos e influências que determinam sua socialização política.
Na verdade, a escolha em um processo democrático dentro da universidade deveria ser indissociável do tripé Ensino, Pesquisa, Extensão; pautados na ideia de que a transmissão de conhecimento se dá com sua elaboração IN LOCO, e com a produção científica orientada para o aproveitamento dos recursos nacionais e estudo da realidade social uma vez que esta deve ser parte fundamental para da estratégia de desenvolvimento da sociedade. Para exercer de forma adequada o seu papel a universidade deve possuir autonomia e independência, frente a grupos exógenos de políticos , aos centros decisórios de políticas concretas que venham afetar o seu funcionamento.
Francisco Filemon Souza Lopes
Cientista social
Prof° da Rede Estadual de Ensino
sábado, 16 de abril de 2011
JULGAMENTO
Ainda bem que existe um Deus que Tudo vê
Ainda bem que a vida tudo ensina
Pois ela própria é peregrina
Ainda bem que não tenho tudo que desejo ter
A quem pense que a vida não tem sentido
Quem queira dela tudo a seu tempo fazendo dela uso incerto
E quem diga que acima de tudo conhece os teus motivos
E fará teu Julgamento correto
Não entendo certos argumentos
Prefiro agir por meios instintivos
Não compreendo certos sentimentos
Não tomo decisões por ser compulsivo
Decisões, apenas ilusões só descobre algo encoberto
Não uso argumentos incisivos
Deixo sempre em aberto
O que só o tempo pode fechar
Pois o tempo faz sempre juízo certo
Ainda bem que a vida tudo ensina
Pois ela própria é peregrina
Ainda bem que não tenho tudo que desejo ter
A quem pense que a vida não tem sentido
Quem queira dela tudo a seu tempo fazendo dela uso incerto
E quem diga que acima de tudo conhece os teus motivos
E fará teu Julgamento correto
Não entendo certos argumentos
Prefiro agir por meios instintivos
Não compreendo certos sentimentos
Não tomo decisões por ser compulsivo
Decisões, apenas ilusões só descobre algo encoberto
Não uso argumentos incisivos
Deixo sempre em aberto
O que só o tempo pode fechar
Pois o tempo faz sempre juízo certo
terça-feira, 1 de março de 2011
MEU MAL
NÃO TE QUERO, EU TE ODEIO
FUJO DE VOCÊ CONSTANTEMENTE
PRA ONDE VOU TE ENCONTRO PELO MEIO
MESMO QUE EU NEGUE
ESTAIS EM MINHA MENTE
TU CONSTRUÍSTES UM DEUS
E NÃO DETERMINARÁ OS CAMINHOS MEUS
NÃO OBEDECEREI NENHUM DE TEUS COSTUMES
QUE NÃO SERVEM NEM PRA ESTRUME
ÉS NADA MAIS QUE UMA TRADIÇÃOCONSIDERAS TUDO CORRUPÇÃO
TU NUNCA ESTARÁ EM MIM
A TUA EXISTÊNCIA, A TUA PERMANÊNCIA
É O INÍCIO DO FIM
TU ELIMINA MINHA CONSCIÊNCIA
INIBE MINHA LIBERDADE
TIRA MINHA INTENCIONALIDADE
ME IMPEDE DE USAR A COERÊNCIA
ÉS DA HUMANIDADE TODO MAL
TU SE CHAMA MORAL
FUJO DE VOCÊ CONSTANTEMENTE
PRA ONDE VOU TE ENCONTRO PELO MEIO
MESMO QUE EU NEGUE
ESTAIS EM MINHA MENTE
TU CONSTRUÍSTES UM DEUS
E NÃO DETERMINARÁ OS CAMINHOS MEUS
NÃO OBEDECEREI NENHUM DE TEUS COSTUMES
QUE NÃO SERVEM NEM PRA ESTRUME
ÉS NADA MAIS QUE UMA TRADIÇÃOCONSIDERAS TUDO CORRUPÇÃO
TU NUNCA ESTARÁ EM MIM
A TUA EXISTÊNCIA, A TUA PERMANÊNCIA
É O INÍCIO DO FIM
TU ELIMINA MINHA CONSCIÊNCIA
INIBE MINHA LIBERDADE
TIRA MINHA INTENCIONALIDADE
ME IMPEDE DE USAR A COERÊNCIA
ÉS DA HUMANIDADE TODO MAL
TU SE CHAMA MORAL
LIBERDADE
Espero por ti
te quero sempre aqui comigo
quando sinto a tua falta:grito
ao te possuir quero mais estar em ti
tu estais em meus pensamentos
faz-me superar qualquer sentimento
escrevo teu nome
quero teu nome
e nunca é demais
quero sempre mais
tu é a melhor das minhas embriaguez
é por ti que me embriago
são teus os melhores afagos
de você eu quero um gole
um de cada vez
pra viver eternamente nesta embriaguez
por você eu brigo
és a causa de tanta guerra
mas com você eu tenho paz
o teu desejo é que me cega
não me deixa aqui sozinho
quero que seja sempre minha
já mais te deixarei sozinha
e se partires constantemente irei gritar
a teu nome chamar: LIBERDADE!
te quero sempre aqui comigo
quando sinto a tua falta:grito
ao te possuir quero mais estar em ti
tu estais em meus pensamentos
faz-me superar qualquer sentimento
escrevo teu nome
quero teu nome
e nunca é demais
quero sempre mais
tu é a melhor das minhas embriaguez
é por ti que me embriago
são teus os melhores afagos
de você eu quero um gole
um de cada vez
pra viver eternamente nesta embriaguez
por você eu brigo
és a causa de tanta guerra
mas com você eu tenho paz
o teu desejo é que me cega
não me deixa aqui sozinho
quero que seja sempre minha
já mais te deixarei sozinha
e se partires constantemente irei gritar
a teu nome chamar: LIBERDADE!
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