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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Amor e Fé

A presa mais fácil sempre se atrai pela presa mais fácil, é como a ventania que não podemos controlar. Em vez de rejeitar a diferença, creio que devemos abraçá-la... Tudo começou quando vi os tornozelos dela.

Ele: Não se pode pensar que o amor é suficiente para se conquistar tudo

Ela: Adoro ler os seus pensamentos no seu rosto

Ele: O seu desejo selou minha virtude. O amor é um fardo, um veneno, ninguém deveria se apaixonar!

Ela: Ninguém está condenado a ser infeliz. Quer que alivie a sua dor?

Ele: Devemos conhecer o que rejeitamos

Ela: Será se os sonhos possuem significados

Ele: Nem sempre acreditei nisso, mas hoje acredito.

Não é estranho como não conseguimos percebermos as coisas a nossa volta e repentinamente se tornam claras?

Ele responde: É!

Posteriormente ela começa a recitar o capítulo 1° de Cantares de Salomão:

Beije-me ele com os beijos da sua boca; porque melhor é o teu amor do que o vinho.
Suave é o aroma dos teus ungüentos; como o ungüento derramado é o teu nome; por isso as virgens te amam.
Leva-me tu; correremos após ti. O rei me introduziu nas suas câmaras; em ti nos regozijaremos e nos alegraremos; do teu amor nos lembraremos, mais do que do vinho; os retos te amam.
Eu sou morena, porém formosa, ó filhas de Jerusalém, como as tendas de Quedar, como as cortinas de Salomão.
Não olheis para o eu ser morena; porque o sol resplandeceu sobre mim; os filhos de minha mãe indignaram-se contra mim, puseram-me por guarda das vinhas; a minha vinha, porém, não guardei.
Ele continua: Dize-me, ó tu, a quem ama a minha alma: Onde apascentas o teu rebanho, onde o fazes descansar ao meio-dia; pois por que razão seria eu como a que anda errante junto aos rebanhos de teus companheiros?
Se tu não o sabes, ó mais formosa entre as mulheres, sai-te pelas pisadas do rebanho, e apascenta as tuas cabras junto às moradas dos pastores.
Às éguas dos carros de Faraó te comparo, ó meu amor.
Formosas são as tuas faces entre os teus enfeites, o teu pescoço com os colares.
Enfeites de ouro te faremos, com incrustações de prata.
Enquanto o rei está assentado à sua mesa, o meu nardo exala o seu perfume.
Ela prossegue: O meu amado é para mim como um ramalhete de mirra, posto entre os meus seios.
Como um ramalhete de hena nas vinhas de Engedi é para mim o meu amado.
Eis que és formosa, ó meu amor, eis que és formosa; os teus olhos são como os das pombas.
Eis que és formoso, ó amado meu, e também amável; o nosso leito é verde.
As traves da nossa casa são de cedro, as nossas varandas de cipreste.

Os dois se olham, se aproxima, ele toca seu rosto olhando nos seus olhos ela se entregam em um beijo intenso e seus corpos se tornam uma só carne. Dias depois ele a encontra na procissão da virgem Maria ele sai do momento de “fé” vai até sua casa, entra no seu quarto e a entrega uma linda e perfumada rosa branca e, novamente seus corpos se encontram como quando o fogo toca a madeira e suas chamas a destrói o fogo desse amor se misturou com as chamas da vela que caí sobre as cortinas do quarto e o corpo dele queima nas chamas que tomam o quarto mais que o seu peito ao se unir ao corpo dela. O demônio só tem o poder que lhe damos, Ela enlouqueceu, não conhece mais ninguém e a culpa foi dele eles não eram tão diferentes e, agora não era mais hora de pensar em nada senão em si mesmo.

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